terça-feira, 12 de setembro de 2017

ROTEIRO PARA ANÁLISE DOS FILMES

Olá passarinhos!!

A postagem de hoje é uma atividade que realizamos a partir da analíse dois filmes:

O menino selvagem 

e

 Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan


   1- Sinopse dos Filmes:

Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan:


Conta a história real de uma menina chamada Helen Keller. Devido a uma infirmidade, acabou se tornando uma criança com deficiência visual e adutiva . Desse modo, o filme mostrará o desenvolvimento educativo da  criança e contribuição da educadora Sullivan, nesse processo. Evidenciando suas interação social e educativas para atingir o objetivo de compreensão comunicativa, isto é, compreender a noção de sentido, tanto das palavras, como a interpretação do mundo a sua volta, por meio da língua de sinais.

                                     O menino selvagem:

O filme procura mostrar o processo educativo de Victor, uma criança que foi encontrada numa floresta, aproximadamente em 1978. Seus hábitos e comportamentos  assimilavam-se aos de um animal, por não ter contado com outro ser humano ao longo do seu desenvolvimento infantil. Todavia ao ser encontrado, Itard, um jovem medido da época, desenvolve metodologias educativas para contribuir com o processo formativo de Victor. Deste modo, ele procurou desenvolver o cognitivo da criança, bem como  suas percepções  e sentimentos acerca da vida em sociedade.

2- Escolha uma cena de cada filme que mais gostou.

Maria Eduarda

Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan: O momento que mais gostei foi quando Sullivan, pede aos pais de Hellen Kelle, que a deixe educa-la sem a presença deles, pois o amor e todo cuidado a que tinha a Keller, a impedia de  aprender. Essa cena foi a mais tocante, pois é preciso compreender que as vezes o cuidado de mais, nós impede prover situações de aprendizagem que desafiem o outro, que o faça se desenvolver melhor.
 O menino selvagem: O momento que mais gostei, foi quando Itard tenta ensinar o alfabeto a Victo. Por meio dessa cena fica evidente a necessidade de se criar varias metodologias de ensino, para ensinar um determinado tema, uma vez que cada sujeito aprende na suas singularidades.

                                                         Giovana

Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan: O filme trás varias cenas lindas e importante sobre o processo de ensino e aprendizagem. Na cena que Sullivan pede que os pais saiam da sala de jantar para que ela possa lidar com a indisciplina da Helen Keller, foi a que mais me marcou, pois notei que a dó que os seus pais sentiam, não ajudava no desenvolvimento social da menina, muito pelo contrario só prejudicava. 
 O menino selvagem: A cena que mais gostei foi quando enfrente ao espelho o professor de Victor, colocava a mão do menino em seu pescoço para que este sentisse as cordas vocais quando, o professor articulava  novos sons com a boca. 

Karla

Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan: Achei muito interessante a cena do final do filme, quando Helen, compreende o sentidos das letras, da palavras que esta no mundo a sua volta. A compreensão de mundo mostrada por meio dos processos de ensino e aprendizagem, foram terrados no filme como trata a literatura.
O menino selvagem:   Quando o Victor   olha para o espelho, em todos os ângulos e como se estivesse tentando descobrir o que representava aquilo . Coloca uma maça sobre a cabeça  tenta agarra-la, primeiro, no espelho e depois em sua cabeça.

Letícia Sobrinho

 Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan: A cena que mais me chamou atenção no filme foi o primeiro contado de Helen Keller com Sullivan ao ensinar a Linguá de sinais. Um momento riquíssimo para compreender a necessidade de formas diversificas para ensinar.
 O menino selvagem: A cena que me chamou mais a atenção foi quando Itard tentava ensinar a Victor a andar sobre as duas pernas. Pois nota-se ai como a humanidade só se dá por meio das interações com outros humanos. 


Laura Gonçalves

 Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan: o filme  traz em cada cena uma sensibilidade muito grande o desenvolvimento educativo de Helen, deste modo a cena que mais gostei, foi quando Helen pega a chave de Sullivan e a esconde. Um momento importantíssimo para Sullivan compreender que Helen compreendia o que fazia, isto é, que a sua deficiência não era intelectual. 
O menino selvagem: A cena que mais me chamou a atenção foi quando Victor pede água com o copo na mão, e o Itard tenta que ele diga a palavra "água".  Pois nota-se a necissade de entender as limitações dos alunos, e proporcionar outras estrangias para que ele atenta o mesmo objetivo.

Beatriz 

Helen Keller e o Milagre de Anne Sullivan: A cena que me chamou mais atenção é quando Sullivan, ensina Sra. Keller (mãe) as letras em na Língua de Sinais e pede o apoio de dela, para que de fato, Helen Keller tenha uma aprendizagem significativo. Nessa cena fica evidente a necessidade do apoio da família nos processo de aprendizagens de seus filhos. 
O menino selvagem: Já do filme "O menino selvagem" há uma cena muito interessante quando Itard começa por desenhar vários objetos no quadro e pedi  para Victor que pendurasse os respectivos objetos  na lousa, por cima de cada desenho. Nessa cena é possível notar, que Victor já começou a compreender, com a suas limitações, sobre o sentido dos signos.


3- Relação do filme com inclusão social ou inclusão escolar.

      Com as reflexões acerta  dos filmes de "Helen Keller e o milagre de Anne Sullivan", e "O menino selvagem que é possível entender a importância da abordagem e do estudo das deficiências. As pessoas que tem deficiência, seja visual, auditiva, física, intelectual ou a super dotação, são muitas vezes vistas como incapazes, e "não-ensináveis" o que pode fazer com que a mesma sofra inúmeros prejuízos futuros, pela falta de conhecimentos daqueles que conviveram com ela, e a ensinaram desde à infância.

   Os grandes  avanços nos estudos sobre a Educação Especial na perspectiva inclusiva significam passos para a evolução e para a preocupação com o bem estar da pessoa com deficiência. Na infância, devem ocorrer cuidados para que aqueles que não tem deficiência compreendam, conheçam e se relacionem com aqueles que tem deficiência de forma natural e coerente.


 

Até mais, passarinhos!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Aula 29.08.17

Olá passarinhos,
Como vão?

Na aula do dia 29/08 após uma roda de conversa com as outras equipes foi proposto que a equipe após assistir a alguns videos respondesse: 







O que o recurso didático (vídeo) auxilia para o pedagogo minimizar os mitos mencionados pela autora?



Este recurso didático provocou uma desmitificação em relação á sexualidade das pessoas com deficiência. Além disso, com os exemplos reais presentes nos vídeos, podemos acreditar que os mesmos podem se relacionar e ser independentes. O vídeo nos mostra que o mais importante é dar voz e auxilio para que essas pessoas se sintam parte da sociedade, sem receio de viver e de compartilhar suas emoções 




No documentário Pipas no Ar, uma jovem portadora de síndrome de down de 24 anos, expressa seu desejo de casar, ter filhos. Isso suscita a importância de autoconfiança que há de ser desenvolvida nas pessoas com deficiência, juntamente com a abordagem dos assuntos relacionados á prevenção e informações sobre a sexualidade de forma geral. 

Segue o Documentário Pipas no Ar:


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Aula 22.08.2007

Olá pessoal!
Como vão?

Nossa quanto tempo que não nos vemos!

Muitaaasss coisas aconteceram e a falta de tempo acabou nos impedindo de fazer novas postagens aqui no blog.

E agora, uma passarinha não esta voando mais por essas bandas (Laura Croce), foi conhecer novos horizontes. Mas logo, logo ela volta, trazendo muitas novidades, dessas "voadas" pelo o mundo. 

Mas agora voltamos e é isso que importa!!!

Nessa primeira postagem, só viemos dizer que esse semestre trataremos sobre a Educação Especial na perspectiva Inclusiva. 
Com uma pessoa que "fera" no assunto, a Professora Doutora Vera Lúcia Messias Fialho Capellini. 

Que demais né!!

Então se liguem na nossa primeira dica de leitura a respeito do "Breve histórico da educação especial no Brasil"
É só acessar o link: http://www.iatreia.udea.edu.co/index.php/revistaeyp/article/download/9842/9041


Beijos passarinhos !!!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Uma visita a horta: experiência acerca do uso de tempero

Olá Pessoal,
como estão?

Hoje nós enceramos nossa semana de postagem de plano de aula e esperomos que tenham gostado.

Para encerram, vamos dar uma volta na horta, a fim de uma experiência acerca do uso de tempero. Elaborado pela passarinha Maria Eduarda.

Por enquanto é isso pessoal. Mas como vocês não sabem, terminamos a disciplina Prática de Ensino na Educação Infantil. Assim logo, logo, o blog terá postagem voltadas para outra temática. Faremos uma postagem sobre isso, mais adiante.

Adoramos voar com vocês, por  essa temática tão rica importante sobre Prática de Ensino na Educação Infantil.

1.     Identificação:
Publico Alvo: 
·         Destinado a alunos de Educação Infantil;
·         Jardim II.
Faixa etária: cinco anos.
Duração: Cerca de três horas
Espaço: Horta e refeitório.
Conteúdo: Gastronomia.
Conteúdo Programático:
·         Orégano;

·         Arruda


·         Tomatinho


·         Manjericão

·         Hortelã

·         Salvia
·         Alecrim






2.     Introdução
“A educação, enquanto forma de ensino- aprendizagem é adquirida ao longo da vida dos cidadãos e, segundo alguns autores, podem ser divididos em três diferentes formas: educação escolar formal desenvolvida nas escolas; educação informal, transmitida pelos pais, no convívio com amigos, em clubes, teatros, leituras e outros, ou seja, aquela que decorre de processos naturais e espontâneos; e educação não-formal, que ocorre quando existe a intenção de determinados sujeitos em criar ou buscar determinados objetivos fora da instituição escolar. Assim, a educação não-formal pode ser definida como a que proporciona a aprendizagem de conteúdos da escolarização formal em espaços como museus, centros de ciências, ou qualquer outro em que as atividades sejam desenvolvidas de forma bem direcionada, com um objetivo definido”. (Vieira V, Bianconi ML, Dias M).
Desse modo a horta escolar seria um ambiente não formal de ensino, já que são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências que resgatam valores.
O aprendizado na educação infantil seja em qualquer área do conhecimento requer maior atenção do educador, que o mesmo possa oferecer para suas crianças momentos diferenciados que estimulem sua curiosidade e imaginação. Diante disso posso concordar com Craidy e Kaercher:
Todos os momentos, sejam eles desenvolvidos nos espaços abertos ou fechados, deverão permitir experiências múltiplas, que estimulem a criatividade, a experimentação, a imaginação, que desenvolvam as distintas linguagens expressivas e possibilitem a interação com outras pessoas. (CRAIDY e KAERCHER 2001, P. 68).
Assim é necessário que o cotidiano das crianças no ambiente escolar seja estimulado, desafiado a enfrentar coisas nossas auxiliando no seu processo de ensino-aprendizagem. 
Nesta perspectiva a aula “Uma visita a horta: experiência acerca do uso de tempero” buscou trabalhar a os temperos existentes na horta a partir de uma situação lúdica e contextualizada, por meio de uma demanda prática na realização de uma receita culinária.
3.     Justificativa
Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscando cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar seja ele, o espaço externo e interno da escola para o cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consegue mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, a EMEI Leila de Fátima Alvarez Cassab, ultiza-se do cultivo de hortas escolares que dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências. 
Neste sentido de promover diferentes conteúdos, a atividade “Uma visita a horta: experiência acerca do uso de tempero”.  Procurou problematizar os tipos de temperos existentes na horta escolar, sendo de interesse dos alunos conhecerem determinados alimentos.
4.     Objetivos:
Objetivo Geral: Desmistificar o conceito de “mato/planta” acerca dos temperos, a partir da experimentação e da visualização do uso do mesmo.  Por meio de situação lúdica e contextualizada com base em uma demanda prática.
Objetivos Específicos:
·         Distinguir os temperos das temais plantas da horta;
·         Desconstruir a idéia de planta;
·         Oportunizar os sentidos a partir do uso dos temperos (olfato e paladar);
·         Degustação do alimento semeado e cultivado.
·         Elaborar uma receita a partir do uso dos temperos.

5.     Metodologia
Procedimento: O planejamento da atividade deve ser feito de modo que os alunos acompanhem todas as etapas da realização da receita, participando diretamente de cada uma delas. Mas antes dos alunos terem o contato com os ingredientes é necessário que o professor em uma atividade lúdica que desencadeie a questão da receita.
1ª etapa: Roda de conversa
Levantar os conhecimentos prévios dos alunos a respeito do uso do tempero e o que seria o mesmo.
Os Professores devem aproveitar para conversar com os alunos, abordando questões como o que é uma horta, para que serve e o que podemos plantar nela. Neste momento também pode deve ser abortado o tipo de comida que pode se produzir com os temperos.
2ª etapa: Ficha dos temperos
O professor deve elaborar uma ficha contento os temperos existentes na horta escolar e explicar às crianças as características, o valor nutricional do alimento e para que tipo de  receita culinária sirva.  
3ª etapa: Visita a horta
Exploração do espaço da horta, mostrando os temperos. Neste momento o professor pode pegar um ramo de cada tempero e repassar para as crianças sentirem o cheiro.
Se tiver uma musica do tempero o professor pode cantarolar junto com a criança.
4ª etapa: Preparação da receita (pizza com orégano)
Após a visita a horta, as crianças devem lavar a mãos, reuni-las todas em torno de uma mesa grande, no refeitório.
O professor nesse momento deve distribuir os ingredientes da receita - todos picados, descascados-, onde deve cotem pelo menos um dos temperos existentes na horta.
Logo após a entrega dos ingredientes, explicar o passo a passo para realização da pizza com orégano.
            A participação da criança na manipulação da receita e de suma importância, pois possibilita o desenvolvimento da autonomia em relação a alguns procedimentos culinário. Assim sendo o aluno o “chef” da receita.
5ª etapa: Roda de conversa
É o momento final, aqui o professor poderá conversar com as crianças a respeito do que elas entenderam da atividade. Se elas gostaram de fazer a pizza, se endentaram os procedimento de montagem da receita
Um momento que o professor pode avaliar seus alunos, por meio da observação, se os objetivos foram atingidos pelos alunos.
6.     Recurso de ensino
·         Horta;
·         Ficha de temperos;
·         Ingredientes da receita (bolacha de água e sal, presunto, queijo, tomatinho e orégano);
·         Música.

7.     Avaliação
No termino por meio da observação foi possível avaliar a participação sobre conceito de tempero nas crianças, pois sabiam que o que estava na horta não era mato, mas sim temperos para fazer “comidinha”. 

Houve também a formulação, explicação e conclusão da receita, os alunos conseguiam dizer o passo a passo para a realização da mesma. E a manifestação de dúvidas.

Até Mais. 

A Bela e a Fera: preconceitos e estereótipos do senso comum

Vamos que vamos pessoal,

Com vocês nosso penúltimo plano de aula, realizado pela passarinha Laura Croce.

Vamos então ver como ele ficou?  

A Bela e a Fera: preconceitos e estereótipos do senso comum
Justificativa
Com doze crianças meninas de quatro e cinco anos de idade, pertencentes a uma turma de ballet clássico de uma escola de dança da cidade de Botucatu, o projeto foi realizado em meio à apresentação da escola, enquantoos alunos esperavam nos camarins do teatro, a sua vez de dançar.
A apresentação de dança da escola tinha a duração de uma hora e quarenta minutos com o tema da história da Bela e a Fera. O projeto teve a duração de uma hora e foi construída de acordo com o contexto das crianças, suas capacidades e necessidades.
Em meio a este contexto, o projeto pautou-se na própria história A Bela e a Ferapara contextualizar-se melhor com a situação, proporcionando às crianças participantes do espetáculo um maior aprofundamento no tema. Foramtrabalhadas questões de valores sociais, preconceitos, estereótipos e respeito, de acordo com o levantamento da necessidade de foca-los, a partir do conhecimento do perfil das crianças: pertencentes a classe social privilegiada que concebem o conceito de beleza com estereótipos e preconceitos provenientes do senso comum.
Objetivos
O objetivo a ser alcançado com este projeto é uma maior atenção por parte das crianças, aos julgamentos e classificações realizados por elas, ampliando o respeito às diferenças, gostos/preferências e a capacidade crítica de questionar os estereótipos que geram preconceitos e discriminações.

Atividades
A atividade iniciou-se com uma roda de conversa, para fazer o levantamento das concepções de beleza e o que é necessário para elas considerarem alguém e elas mesmas bonitas visando seus relacionamentos entre irmãos, pais, mães, professores, etc, mais saudáveis e produtivos entre irmãos, pais, mães, professores, etc.
Em seguida foi feita a contação de história de A Bela e a Ferae então um questionamento direcionando a atividade de acordo com o propósito,sobre os acontecimentos da história para as crianças refletirem, como: porque o príncipe não hospedou a feiticeira?Porque a o príncipe se isolou no castelo depois de ser transformado em Fera?Porque a Bela não se incomodava com a aparência da Fera?Porque a Bela e a Fera se apaixonaram?
E então uma conversa concluinte sobre os condicionantes que de fato são importantes para uma pessoa ser bonita no julgamento de cada um. Direcionando para a conclusão de que não apenas as características físicas exteriores constituem a beleza relevante, mas também somadas aos valores da pessoa que contribuem para um bom relacionamento com os demais. Como simpatia, carinho, atenção, respeito, compreensão, etc.
Depois cada criança recebeu uma folha em branco para que, com a folha dividida em duas partes, desenhassem duas flores (remetentes à flor da A Bela e a Fera) sendo uma considerada por elas, bonita e outra feia.Então foi feita uma exposição com todas flores para que sem que as crianças contassem qual era a feia, qual era a bonita, as outras crianças julgassem-nas tentando adivinhar qual era qual.


Com a percepção de que as concepções de beleza são divergentes, o direcionamento do projeto amplia-se para a reflexão sobre o respeito às diversidades de gostos existentes entre as pessoas. Tornando o conceito de beleza amplo e relativo a cada um.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Boneco Ecológico feito com garrafa pet

Olá Pessoal 
Tudo Bem?

Preparados para mais um plano de aula?
Esse é da nossa passarinha Letícia e não vamos perder tempo para ler. Só descer um pouquinho para vocês verem atividade do Boneco Ecológico feito com garrafa pet.

Nome da atividade: Boneco Ecológico feito com garrafa pet

Objetivos Gerais:
  Aprender, fazer e acompanhar o processo de plantar, regar, podar e colher.
 Despertar no aluno a consciência sobre a importância que a água tem para as plantas .
 Reconhecer a importância de uma atitude responsável de cuidado com o meio ambiente.
 Perceber os cuidados que se deve ter na preservação e manutenção do meio ambiente.

Número de Aulas: Foram necessárias 3 aulas para a elaboração do boneco.

Faixa Etária: Essa atividade foi realizada com crianças de 3 anos e 4 anos.

Recursos necessários: Garrafas pet
Alpiste
Tintas e papel EVA para enfeitar o boneco.
Olhos móveis.
Barbante

Procedimento Metodológico:
A primeira etapa da atividade foi cortar as garrafas ao meio, a parte utilizada foi o fundo das garrafas. Após cortarmos, eu e a professora, responsável pela sala de aula, distribuímos as garrafas cortadas para os alunos para que pudessem pintar com tinta guache. Na aula seguinte, com as garrafas já secas, terminandos de enfeitar colocando os olhos, nariz e boca nos nossos bonecos. Na terceira aula, buscamos a terra, colocamos na garrafa e plantamos o alpiste. A terra que usamos para plantar o alpiste já estava preparada, pois na escola há um projeto de horta e portanto a terra sempre está bem preparada para receber qualquer semente. Após o plantio, cada criança regou seu próprio boneco.  Após alguns dias, o alpiste começou a crescer, dando a aparência de um boneco com cabelo arrepiado. As crianças adoraram, queriam molhar mais e mais para ver se o “cabelo” crescia mais rápido.
  Quando o alpiste já estava em um tamanho bom, permitimos que as crianças levassem embora para casa para que, junto com os pais, pudessem cortar o “cabelo” do boneco. 


Avaliação:   Os objetivos que esperávamos foi alcançado. A planta cresceu graças ao cuidado das crianças, as mesmas aprenderam como plantar uma semente e como fazer com que elas cresçam. Entenderam que sem água, terra, sol e cuidado, o meio ambiente não vive e que nós somos os responsáveis em mantê-lo vivo. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Coleta de lixo encontrado nas proximidades da escola de forma lúdica e Reciclagem: Boliche com garrafas PET

Olá Pessoal!
Como vocês estão?

Ainda sobre nossa pequena série de planos de aula,  hoje é dia de combo.
 Isso mesmo um combo! Mas nada básico. De atividades super interessantes para serem trabalhadas na educação infantil. 

O de hoje contamos com nossa duas passarinhas maravilhosas  a Giovana  (Beija- flor) e a Laura
Gonçalves (Andorinha).

Então vamos lá dar uma espiadinha!

Giovana (Beija- flor)



Tema da Atividade: Coleta de lixo encontrado nas proximidades da escola de forma lúdica.


Apresentação: A atividade consiste na confecção por parte do educador de um “carrinho” coletor de lixo, cada criança receberá um “carrinho” e assim o professor sairá com as crianças da creche para procurar lixo depositado no lugar errado, jogado na rua, na calçada, papéis de salgadinho, de bala, garrafas pet e outros tipos de resíduos que podem ser colocados no “carrinho” das crianças. Após o passeio que pode ser uma volta no quarteirão o lixo será agrupado e será debatida com as crianças a importância de jogar o lixo no lugar correto.

Faixa etária: A atividade foi realizada com crianças de 3 anos.

Tempo de duração: Esse plano de aula pode acontecer no período de uma manhã das crianças na creche, é feita uma roda de conversa, a entrega dos “carrinhos” o passeio e outra conversa para finalizar a atividade. Assim, uma manhã é suficiente para a aplicação da atividade.

Objetivos: A criança deve perceber que em pouco tempo andando nas proximidades da escola já é encontrada uma grande quantidade de lixo e que isso pode ser muito prejudicial ao meio em que vivemos. Esses conceitos devem ser abordados pelo professor na conversa que ocorrerá após o passeio diante do lixo agrupado.
A partir dessa percepção a criança será capaz também de desenvolver o ideal de que o lixo deve ser jogado no lugar correto e não na rua, assim poderá orientar a família e amigos para que procedam de forma correta.
Portanto os objetivos apresentam as seguintes especificidades:
A partir da observação a criança vai perceber a quantidade de lixo encontrado.
Com o auxílio do professor a criança poderá desenvolver o entendimento de que o lixo deve ser jogado no lugar correto.
A partir disso a criança poderá orientar as pessoas próximas a ela sobre a importância de depositar o lixo no local correto.

Material necessário:Caixas de sapato (pode ser solicitado aos pais que levem a caixa para cada criança). Barbante e tesoura, a confecção deve ocorrer por parte do professor.

Descrição da atividade: A atividade foi realizada em um dia que poucas das crianças do grupo de 3 anos estavam presentes na creche, foi realizada com 5 crianças.
A primeira etapa da realização desse plano de aula foi a roda de conversa sobre o que iriamos fazer, esse é o momento de contextualização. Foi conversado com as crianças sobre o lixo, e foram feitas algumas perguntas, por exemplo: Onde devemos jogar o lixo? Na rua? Vocês já viram lixo na rua ou na calçada? Vamos ver se nós encontramos algum lixo próximo a nossa escola?
Após essa conversa ocorre a entrega dos “carrinhos” e o passeio que exige cuidado por parte do professor, esse passeio pode acontecer no quarteirão da escola onde já será encontrado provavelmente bastante lixo. O professor que estará com luvas pegará o lixo encontrado e colocará no “carrinho” de cada criança, garantindo que ao final da atividade cada criança tenha pelo menos um lixo em seu “carrinho”.
Ao retornar a creche o lixo será agrupado e será formada uma espécie de montanha, com a observação dessa quantidade de lixo que foi encontrado na rua o professor deve iniciar outra conversa com as crianças instigando-as a perceber o fato de que as pessoas depositam o lixo no chão ao invés de jogá-lo no lixo, ou de separá-lo para a reciclagem. Nesse momento da atividade foi dito ás crianças de modo fácil para seu entendimento que o lixo jogado nas ruas pode entupir bueiros e provocar enchentes. Portanto esse ato muitas vezes comum e automático é muito prejudicial ao meio ambiente.



Análise da atividade: As crianças se interessaram muito por procurar o lixo na calçada e tentavam mostrar o lixo encontrado para que fosse recolhido o máximo possível. No fim do dia o “carrinho” foi levado para casa e a proposta foi explicada aos pais, que também aprovaram a atividade. Foi relatado por alguns pais que a criança o orientou a não jogar o lixo no chão. Essa atividade também pode acontecer no dia do meio ambiente e assim será bem contextualizada, como uma forma de protegermos o meio em que vivemos.

Esse é o da Laura (Andorinha)


Tema da atividade: Reciclagem: Boliche com garrafas PET

Objetivo: Demonstrar aos alunos a importância da preocupação com o nosso lixo e apresentar destinos diferentes para aqueles materiais que iriam direto para o lixo.

Faixa etária: Educação infantil e ensino fundamental ciclo I

Tempo de duração: 1 aula / 1 hora

Recursos necessários: Garrafas pet, tinta guache, pinceis e uma bola
Descrição da atividade: As garrafas, lavadas e sem rótulos, são entregues às crianças (4 crianças com idades entre 4 e 7 anos) juntamente com as tintas e os pinceis. O momento de criação e de pintura é ideal para que o pedagogo converse com as crianças a respeito da importância da reciclagem e sobre ‘para onde vai’ o lixo que produzimos. Depois de pintadas e secas, as garrafas são dispostas no chão para que as crianças brinquem de boliche.

Avaliação: A atividade foi muito produtiva e as crianças ficaram encantadas ao ver o ‘lixo se transformando” em brinquedo.