domingo, 17 de maio de 2015

O bom professor e sua prática

Bom dia!


 No dia 14/05, tivemos uma aula teórico prática, isso quer dizer, que não é preciso comparecer a sala de aula para executar as atividades proposta pela professora. 



Pois sabemos que a educação não se constitui apenas nas quatro paredes de uma instituição de ensino, ela se expande para fora também.



Mas ficamos responsáveis pela a leitura do livro "O bom professor e sua prática" de Maria Isabel da Cunha.  


Que em breve falaremos mais sobre ele, aqui no blog.





Estiveram presentes na aula 14/05/15: Beatriz Carrara (Maritaca) Giovana Facioli (Beija-Flor) Karla Rosa Polo (Pica pau) Leticia Sobrinho ( Calopsita) Laura Gonçalves (Andorinha) Laura Croce (Arara azul) Maria Eduardo Castro (Bem-te-vi)





domingo, 10 de maio de 2015

Nossas Lembranças

Na aula do dia 07/05, recordamos o tempo que eramos crianças, o tempo da educação infantil, para contarmos um pouco de como era essa época e relembrar nossas memórias pedagógicas. Em alguns momentos relacionado com o filme "Como estrela na Terra".


"No mundo, há essas pequenas pedras preciosas, que desafiaram os caminhos do mundo, pois podiam olhá-lo com olhos diferentes. Seu pensamento era distinto e nem todos os entendiam. Eles enfrentaram oposição e, ainda assim, venceram, e o mundo ficou maravilhado."




Em nosso equipe há diversas experiências. A maioria da equipe estudou no ensino infantil em escolas tradicionais -particular ou pública-, no entanto, essas escolas não apresentavam as mesmas características da escola tradicional representada no filme. Nas escolas estudadas pelas integrantes da equipe não havia castigos corporais, como havia na escola do filme. Apesar de terem a mesma base pedagógica, tais escolas apresentavam técnicas e práticas diferentes; enquanto algumas alfabetizavam seus alunos aos 5 ou 6 anos, outras alfabetizaram aos 6 ou 7 anos de idade.
Alguns membros da equipe estudaram em escolas construtivistas, que visavam o desenvolvimento do aluno como o todo e não apenas o intelecto.
Há uma única integrante de nossa equipe que estudou em uma escola Waldorf no ensino infantil. Tal instituição também visa o pleno desenvolvimento do indivíduo, através de atividades manuais e lúdicas com ênfase em atividades artísticas.   
     Estiveram presentes na aula 07/05/15: Beatriz Carrara (Maritaca)  Karla Rosa Polo (Pica pau) Leticia Sobrinho ( Calopsita) Laura Gonçalves (Andorinha) Laura Croce (Arara azul) 

domingo, 3 de maio de 2015

A arte de ensinar

Boa noite!

Enfim concluímos o primeiro ano e chegamos ao segundo. Deixando assim, de sermos "bixetes", para nos tornamos veteranas.

Nesse semestre trabalharemos na disciplina prática de ensino, A Didática na Práxis Pedagógica, ou seja, a arte de ensinar.  

Para casa ficamos em carregados de assistir o filme "Como estrela na Terra". 







Então nada melhor que uma pipoca para acompanhar um belo filme.




Estiveram presentes na aula 30/04/15: Beatriz Carrara (Maritaca) Giovana Facioli (Beija-Flor) Karla Rosa Polo (Pica pau) Leticia Sobrinho ( Calopsita) Laura Gonçalves (Andorinha) Laura Croce (Arara azul) Maria Eduardo Castro (Bem-te-vi)






quarta-feira, 18 de março de 2015

Pedagogia Waldorf



Criada em 1919, a primeira escola Waldorf, do criador Rudolf Steiner, surgiu de um pedido e uma necessidade de atender os filhos de funcionários de uma fábrica alemã onde era diretor. Devido seu sucesso, a pedagogia encontra-se nos cinco continentes, em diferentes países, assim como o Brasil.

Seu gerenciamento não é centralizado, e sim, independente e associado a movimentos que o apoiam promovendo cursos de formação continuada para os professores, como forma de atualização e/ou financeiramente. A administração ocorre com a autogestão, onde os professores trabalham independentes, porém um conselho do grupo escolar como um todo tem a possibilidade de representar a parte jurídica e de direção da escola.

A teoria enxerga o ser humano com três formas de expressão de seu eixo fundamental: a mente, as emoções e o corpo, que são correspondidas pelas três funções querer, sentir e pensar. E o que a pedagogia almeja alcançar é o equilíbrio entre este “tripé” formador do homem, para que este não dissocie seus pensamentos, sentimentos e ações. No cotidiano escolar, o corpo é trabalhado pelas atividades práticas (jardinagem, dança, ginástica aplicadas, artes manuais), as emoções pela arte (música, pintura, dança, teatro) e a mente é desenvolvida pela transmissão de conhecimento direcionada às idades adequadas.

Steiner trabalhou o desenvolvimento de sua pedagogia analisando pequenos ciclos de sete anos (setênios), onde observou uma crise/ruptura natural. Cada um apresenta momentos diferenciáveis, nos quais surgem ou despertam interesses, perguntas latentes e necessidades concretas. A Waldorf trabalha as matérias escolares de acordo com as potencialidades de cada setênio para que sejam desenvolvidas da melhor forma. O primeiro setênio (zero aos sete anos de idade) é trabalhado, considerando um período de formação corporal e mental básica, com a mescla entre a imitação e a imaginação, sem a cobrança da memória. O segundo (dos sete aos quatorze anos) dá atenção aos sentimentos emergentes da fase através da arte e da atenção à fraternidade, realçando as belezas do mundo. O terceiro período (dos quatorze aos vinte um anos) considera a abstração que o adolescente é capaz de ter sobre o mundo e ele mesmo, como possibilidade do autoconhecimento e do conhecimento do mundo real, de forma reflexiva e intervencionista.

O papel do professor é diferenciado, este, para significar um papel de autoridade confiável, exemplar e amorosa, além de precisar conhecer até as particularidades de cada aluno para uma construção biográfica dos mesmos, acompanha sua turma desde o primeiro até o oitavo ano, ensinando as matérias principais.

A pedagogia é baseada na Antroposofia, que não equivale a uma religião, mesmo tendo fundamentos cristãos, mas sim a uma visão de mundo e de homem pautada da ciência. Sobre a espiritualidade, a pedagogia se preocupa em respeitar as diferentes religiões, não excluindo as divergências existentes, mas não ensinando alguma doutrina religiosa.



Bibliografia:

http://www.aitiara.org.br/waldorf-pedagogia

http://www.cwbh.com.br/img_materia/2c422f797212be4af65609f995fee873b204638dTeste%20Arquivo.pdf


quarta-feira, 11 de março de 2015

Seminários sobre os diferentes campos de atuação do Pedagogo.

Realizamos uma "avaliação" das equipes, indicando quais foram os pontos positivos e aqueles que podem ser aprimorados. 

Equipe Pé na Estrada - Pedagogia Clínica:

Positivo: Iniciativa de trazer uma profissional da área para explanar sobre o assunto
À melhorar: Faltou conteúdo e embasamento teórico, tudo ficou nas mãos da convidada para responder.

Equipe Eu passarinho - Pedagogia em sala de aula:( Nossa equipe!)

Positivo: Empenho ao falar sobre um tema conhecido!
À melhorar: Organização do tempo, amplitude de pesquisas!


Equipe Colcha Pedagógica - Pedagogia Hospitalar: 


Positivo: O poema criado por um integrante, mostrou empenho ao preparar a apresentação.
À melhorar: Falta de imagens para exemplificar a sala de aula em um hospital.

Equipe Enxame de Ideias - Gestão Escolar: 
Positivo: Domínio do tema por todas as integrantes.
À melhorar: Pequenos detalhes na apresentação,como a velocidade da voz, por exemplo

Equipe Mão na Massa
  • Positivo: A equipe explanou bem sobre o tema e proporcionou amplo conhecimento sobre a atuação do Pedagogo em uma empresa.
  • À melhorar:Leitura dos slides com o mesmo conteúdo já falado.
Equipe Educando:

  • Positivo: Conhecimento amplo do assunto tratado
  • À melhorar: Faltou dinamismo ao apresentar, a leitura constante também atrapalhou.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Abortar não é um crime, criminalizar uma mulher por aborto, sim!

“...Eu vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida plenamente” João 10:10


Vida plena. Quais as condições básicas para uma vida ser plena?
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, promulgada em 5 de outubro de 1988, assegura diversos direitos básicos de todos os seres humanos; entre eles direitos à vida, à propriedade, liberdades de pensamento, de expressão, de crença, direitos ao trabalho, à educação, à saúde, à previdência social, à moradia, à distribuição de renda, direito à paz, direito ao progresso, entre muitos outros.
 A Declaração Universal dos Direitos do Homem, em seu primeiro artigo, determina que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.”  Portanto a dignidade e a plenitude de uma vida ocorre quando todos seus direitos são respeitados e válidos.
A cada dois dias, uma brasileira (pobre) morre por aborto inseguro, aborto este, que é a quinta causa de morte materna no país. Tais mortes acontecem pois o direito primordial e soberano da mulher em decidir uma questão que se refere ao seu próprio corpo é desrespeitado. Os chamados “pró-vida” acreditam que abortar é ser contra à vida. Mas a vida de quem estão referindo-se?
Milhares de mulheres morrem todos os dias em abortos clandestinos, assim fica claro que a lei proibitiva do aborto não têm impedido que as mulheres abortem mas tem se mostrado muito eficaz para matar tais mulheres. Mulheres essas, em sua maioria pobres, pois as ricas abortam em clinicas particulares. Esta é uma decisão pessoal, que não cabe a ninguém mais, além da própria mulher, decidir se quer levar uma gravidez adiante. Não há princípios morais ou filosóficos que justifiquem o sofrimento e morte de tantas meninas e mães de famílias de baixa renda no Brasil. É fácil proibir o abortamento, quando quem está morrendo são as filhas dos outros.  
As pessoas entendem mal essa questão do aborto. Não existe a favor ou contra. Todos são contra esse tipo de solução, principalmente os milhões de mulheres que se submetem a ela anualmente por não enxergarem alternativa. É lógico que o ideal seria instruí-las para jamais engravidarem sem desejá-lo, mas a natureza humana é mais complexa: até médicas ginecologistas ficam grávidas sem querer. O ginecologista e obstetra Oswaldo Queiroz, diz: “. Em 18 anos trabalhando com isso, eu nunca conheci uma mulher que quisesse abortar. Elas abortam porque estão desesperadas, porque não sabem usar os métodos, não têm orientação, muitas vezes quando o companheiro sabe que a mulher engravidou, o ‘couro come’, ela apanha de verdade. Não há uma que não chore quando tudo termina. Não é uma situação agradável para elas” 


Assim, descriminalizar o aborto é algo que nem deveria ser tema de discussão. Aborto é um direito conquistado pela mulheres, ponto final. Ninguém tem o direito de forçar uma mulher a uma gravidez indesejada. Abortar não é um crime, criminalizar uma mulher por aborto, sim!



*Nota

Existe uma proposta de projeto de lei que legaliza o aborto no Brasil, resultante do trabalho da Comissão Tripartite, elaborado em 2005, sob coordenação da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SPM). Esta Comissão foi instalada pelo Governo Federal para responder à deliberação da I Conferência Nacional de Políticas para Mulheres (CNPM), deliberação esta que foi reafirmada na II CNPM, eventos que juntos reuniram mais de 200 mil mulheres nos anos de 2004 e 2007.

De acordo com esta proposta, o aborto será legal se realizado sempre por livre decisão da mulher e nas seguintes condições:

realizado até a 12ª semana de gestação (quando o feto ainda não possui atividade cerebral);
realizado até a 20ª semana de gravidez, quando a gravidez decorre de violência sexual;
realizado a qualquer momento, em casos de grave risco para a vida da mulher gestante.

domingo, 8 de fevereiro de 2015



ESSA MATÉRIA, FAZ PARTE DE UMA SÉRIE DE REPORTAGENS APRESENTADAS NO JORNAL NACIONAL, QUE APRESENTAM A SITUAÇÃO DOS PROFESSORES NO BRASIL.



Destacamos das reportagens a dificuldade da profissão e a desvalorização da educação:

  1. baixo salário, o que desvaloriza e desmotiva alguns a seguir tal profissão
  2. Jornadas extensas, muitas vezes em mais de uma escola
  3. Falta de recursos para o trabalho em sala de aula
  4. Falta de incentivo a licenciatura, isso desde a faculdade, onde muitas vezes estágios mal elaborados ou até mesmo a falta de estágios, desmotiva os estudantes 
Destacamos como ponto gravíssimo:

  • A atuação de professores despreparados, muitas vezes com uma formação precária e incompleta, em algumas escolas, professores assumem salas sem tem completado a licenciatura e muitas vezes sem o curso superior.