domingo, 8 de novembro de 2015

Criança que brinca mais aprende mais e Prática educativa II: critérios e âmbitos de intervenção

Olá pessoal,
como vão?


          Hoje vamos falar um pouquinho sobre o livro Criança que brinca mais aprende mais, de Denise Pozas e o Capítulo 4, Prática educativa II: critérios e âmbitos de intervenção, do livro "Aprender e ensinar na Educação Infantil, por Eulàlia Bassedas, Teresa Huguet e Isabel Solé. 
         Atividade proposta pela a professora Vera é correlacionar os dois matérias. Discorrendo sobre os pensamentos das autoras a respeito da ação planejadora da Educação Infantil.

"Brincar é uma das principais atividades da criança. É por meio das brincadeiras que ela revive a realidade, constrói significados e os ressignifica momentos depois. Dessa forma, aprende, cria e se desenvolve em todos os aspectos".
Denise Pozas
        
       Com base na concepção de infância como algo determinado sócio-historicamente e culturalmente, de modo, que o desenvolvimento da criança não pode ser linear, mas dinâmico em movimentos dialéticos, Pozas torna as discussões entre as relações do brincar no desenvolvimento cognitivo das crianças. sabendo que o "direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e  comunicação infantil", norteado pela LDB, por meio dos princípios do RCNEI. 
                 Pozas em seu livro, descreve a importância das brincadeiras livres e dirigidas na Educação Infantil, bem como suas implicações no desenvolvimento cognitivo. Assim a autora destaca as diferenças entre o brincar livre mente, como aquelas atividades em que a criança tem a liberdade de ação, de criar as suas próprias regras, sendo não linear, mas dinâmica a cada faz de conta, a cada brincadeira de trocas de papeis.  Onde as motivações, as trocas. os interesses e as descobertas feitas pelas crianças se desencadeiam no processo de relações sociais. 
                   As brincadeiras dirigidas como aquelas que são orientadas pelo professor, que já tem uma regra imposta a ela, que muitas das vezes não são de livre escolha das crianças, já que partem do adulto e possuem um planejamento preestabelecido. 
                Assim a brincadeira implica na decisão do "querer brincar", para depois, mergulharem no universo lúdico do brincar, como quem, onde etc. Desse modo a autora, discorre que as brincadeiras livres são as que mais apresentam melhores resultados, no aprender, já por conter a construção progressiva das brincadeiras, a originalidade do conhecimento, de formulações de novas regras e seu próprio interacionismo.     
             Para realizar o paralelo com o capítulo 4 de Bassedas,  é necessário observar que Pozas, valoriza as influências das brincadeiras e dos jogos no desenvolvimento cognitivo, como formadores de ZDPs, capazes de criar o simbolismo, as brincadeiras de papeis, o faz de conta, jogos de construção entre outros que ela sita.  permitem a aproximação com o mundo adulto. afastando o imediatismos das relações sociais e pessoais.
              Capítulo 4, Prática educativa II: critérios e âmbitos de intervenção, do livro "Aprender e ensinar na Educação Infantil, por Eulàlia Bassedas, Teresa Huguet e Isabel Solé. Trará das relações que se estabelecem no planejamento da aulas, as relações de tensão sócio-afetivas para adequar as necessidades de gestão e controle da aula, assim chegar em um conceito para a prática educativa nas escolas  de educação infantil, visando as especifidades das orientações didáticas para a pré-escola e à creche, com matérias de acordo com cada faixa etária adequada.
Para as autoras a escola é o local, pelo qual as crianças manifestam todos seus sentimentos, sejam eles de alegria, frustrações. Sendo importante gerar o bem estar, a segurança, limites entre outros aspectos sócios-afetivos, que contribuam para a criança, construírem o autoconceito e autoestima posivitiva,  integrando-a as necessidades-dificuldades e experiencias de vida, em conjunto com os profissionais da educação e familiares em parceria mútua.

O ensino segundo as autoras, é uma atividade compartilhada, que assegura à criança ir conhecendo e construindo progressivamente o mundo em que esta inserida. Além de ir conhecendo-se a si mesma.

Deste modo, as autoras descrevem que essa é uma concepção construtivista de aprendizagem escolar, não sendo a cópia do mundo, mas uma construção individual, realizada mentalmente para desenvolver a identificação, estabelecer relações, generalizações de forma que essas aprendizagens sejam significativas e globalizadas. Criando uma relação bidirecional que estabelece pelas outras interpretações, entre um sujeito que aprende e objeto de conhecimento um conhecimento denominado construtivismo dialético.  

Como já foi dito correlacionado com o livro de Pozas é essa aprendizagem significativa e globalizada que contribui para que o professor atue na ZDP, nas relações triangulares, na qual intervêm outras pessoas através de sua cultura em um duplo sentido: À mediação das outras pessoas e as crianças em uma relação cada vez mais amplas  com a realidade. 
                  Lembrando que ambos os textos o presam a importância do brincar e a importância de planejar na educação infantil.

                    Até mais pessoal!
             

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