Finalmente nossa primeira aula de Prática de ensino na Educação Infantil.
Estamos bem empolgadas para colocar a mão na massa, na aula passada, conhecemos o nosso cromograma e já vamos avisando que virá muitas novidades legais aqui no blog.
Para dar inicio as atividades, começaremos assistindo um vídeo, bem interessante sobre a invenção da infância.
Da uma olhadinha no trailer é só da play.
Vamos deixar aqui o link, que poderão assistir o filme inteiro:
Estavam presentes na aula:Beatriz Carrara (Maritaca) Giovana Facioli (Beija-Flor) Karla Rosa Polo (Pica pau) Leticia Sobrinho ( Calopsita) Laura Gonçalves (Andorinha) Laura Croce (Arara azul) Maria Eduarda Castro (Bem-te-vi)
Hoje nós da equipe Eu passarinho, temos uma novidade para falar para vocês.
Estamos retornando as atividades no blog, então se liguem porque toda a semana tem uma postagem nova rs.
Mas não é só por isso, o semestre passado as postagem do blog estavam direcionada a Didática e esse semestre vamos embarcar no maravilhar mundo que é a Educação Infantil.
Que tal vocês pegarem um lugar nesse novo passeio ao conhecimento?
Para isso vamos dar inicio as postagem com uma música bem legal, da Palavra Cantada, que pode ser trabalhada na Educação Infantil.
É comum ouvir de muitos professores, que um aluno não aprende porque vem de uma família desestruturada. Essa afirmação, além de preconceituosa é errônea. Pais separados, casais homossexuais, mães solteiras, avós responsáveis por netos e tantas outras configurações familiares têm plenas condições de obter sucesso na Educação de crianças e jovens sob sua responsabilidade. Pensando nisso, nós da equipe Eu Passarinho, trazemos a vocês "Projeto de Estrutura Familiar", para ajudar nossos alunos a entender melhor as diferentes estruturas familiares, e para além disso, estabelecer uma relação positiva com os pais e responsáveis.
Projeto
Estrutura Familiar
Projeto: conjuntos de atividades que trabalham com
conhecimentos específicos construídos a partir de um dos eixos de trabalho que
se organizam ao redor de um problema para resolver ou um produto final que se
quer obter. Sua característica principal é a visibilidade final do produto.
Objetivos:
Ajudar os alunos e pais a lidar com a diversidade das
relações familiares e, principalmente, dar apoio para famílias com uma formação
diferente.
Trabalhar a questão da diversidade diariamente em sala de
aula.
Estimular o respeito às diferenças.
Tempo estimado: 1
semestre
Desenvolvimento
1ª etapa- Trabalhar o assunto com a família
Verificar a possibilidade da escola oferecer uma palestra
para falar sobre os novos arranjos familiares. Utilizar-se também da reunião de
pais para fazer uma roda de conversa sobre o assunto, aproveitando, se o clima
da conversa for de respeito à diversidade, para mostrar os tipos de família que
existem na escola.
Já com os alunos pequenos, a melhor maneira é apresentar
o assunto de forma natural e sem muitos detalhes. A criança consegue
compreender que ele tem um pai e uma mãe, seu amigo tem dois pais, sua amiga
duas mães, o outro coleguinha é criado pela vó, compreendendo que existem
outras formas de família além da que ela participa.
Nesse momento pedir a cada criança que conte sobre sua família
(por quem ele é criado, quem mora em sua casa, se tem animais domésticos, quem
são seus avós, etc..)
Sugestão para o Pedagogo: Com cartolina e de forma lúdica
construir e deixar na parede da sala um cartaz que mostre a diversidade das
famílias presentes na sala de aula e na sociedade em geral.
3ºEtapa
Nesse momento o professor pode aproveitar para trabalhar
além da diversidade a estrutura familiar geral com o objetivo de fazer o aluno conhecer e reconhecer as diferentes relações
familiares; e desenvolver a compreensão da origem da vida humana relacionando-a
aos nossos ascendentes.
Apresentação da poesia “De mal, de bem...” da autora Evelyn Heine. A partir deste pequeno
texto poético que trata de uma forma divertida as relações familiares, explorar
com as crianças outros nomes de familiares, diferentes dos apresentados no
texto (pai, mãe, irmãos).
" De mal, de bem..."
“A família é como árvore
Que nasce de uma semente.
Ela cresce e se espalha
Pelo coração da gente.
Os irmãos às vezes brigam,
Pai e mãe se desentendem.
Mas depois todos se ligam:
Das ofensas se arrependem.”
5ª Etapa
Parte pratica-
Propor ao alunos a construção de uma arvore genealógica
Trabalhar com as crianças um modelo de árvore desenhada
em tamanho grande. Dentro da árvore
representar cada membro da família
Analise: Nesse momento pedir que as crianças procurem em
revistas figuras e criem uma árvore simbólica não necessariamente baseada em
sua família e sim no seu conceito de família. É importante lembrar que como se
trata de criança pequenas é o pedagogo que deverá realizar o recorte.
Em seguida, conversar sobre as diferentes famílias,
destacando as relações de parentesco entre os membros destas: avós e avôs;
pai; mãe; irmãos e irmãs, etc. A partir dessa atividade propor para as
crianças a realização de uma pesquisa com as famílias.
Pedir para que as crianças conversem com seus familiares
sobre suas origens e registrem na árvore genealógica por meio de fotos ou desenhos
os membros de sua família.
No final do semestre propor um momento de socialização da
pesquisa: cada criança deverá falar sobre sua árvore genealógica, destacando os
nomes de seus familiares, se tem convivência com todas essas pessoas, etc. Ao
final, organizar uma exposição, colocando todas as árvores genealógicas
penduradas em um galho seco de árvore para apreciação do grupo.
Importância do trabalho
A criança se torna protagonista no processo de aprender e
torna-se cidadã. Isto implica em dar-lhe voz, trata-la como alguém que não sabe
e é capaz de aprender. E isso é muito importante para que ela forme uma imagem
positiva de si mesma, condição que é fundamental para aprender qualquer coisa.
Ao trazer a sua história para a escola a criança deixa de ser anônima e passa a
ser alguém que tem identidade no grupo. Além disso possibilitamos que ela e
sinta parte da escola, e essa sensação de pertencimento é condição essencial
para a disciplina, pois de acordo com pesquisas a primeira causa desse da
indisciplina é o sentimento de exclusão.
E por fim fazer a criança e expressar oralmente é
condição essencial para devolver a inteligência, porque a palavra estabiliza um
sentido, organiza o mundo para aquele que passa a ver e conhecer a cultura
humana e a natureza; com ela amplia-se a memória, o conhecimento do mundo e o
controle do próprio comportamento.
Decidimos compartilhar com vocês hoje o trabalho que eu, Letícia, estagiária do PIBID da Ed. Infantil e membro da equipe Eu Passarinho venho trabalhando ao longo desse ano.O projeto que desenvolvi na escola Emei Leila Cassab do município de Bauru é sobre horta e, mais especificamente, horta de temperos.
As atividades ligadas ao uso do solo,
tais como plantar, podar, revolver a terra, não só constituem um bom
desenvolvimento físico como representam uma forma de aprendizado saudável e criativo,
permitindo que o aluno conquiste seu espaço, participando e acompanhando os
ciclos e os processos naturais. Decidimos plantar mudas de temperos na horta,
como manjericão, salvia, orégano etc, justamente por serem mudas pequenas,
fáceis de cuidar e por terem cheiros fortes e desconhecidos pelas crianças. Ao
longo desse semestre, notamos muitas evoluções nas crianças em relação à horta.
No começo, só havia interesse em mexer na terra e na água, porém, hoje, elas
estão mais preocupadas em cuidar, regar, e acompanhar o crescimento das mudas a
cada dia. Durante as atividades de sala de aula, buscamos sempre explicar o
ciclo das plantas, o porquê de regar semanalmente e como poderíamos inserir
esses temperos nas nossas refeições.
Foram desenvolvidos, até agora, pela
escola e pela comunidade, materiais para auxilio do cuidado à horta, como por
exemplo regadores feitos de garrafa pet, e pneus restaurados e customizados
para ser utilizado no lugar dos vasos convencionais.
No dia 6 de agostos iniciamos a aula com a música do Toquinho "Como é ser criança", uma música excelente para a reflexão dos direitos das crianças, só apertar o play para se deleitar com ela.
Tivemos como atividade proposta pela a professora Vera, a leitura em grupo do texto "Transposição didática, interdisciplinaridade e contextualização" . Para aqueles que tem o interesse em saber o que é Transposição didática é a "transformação do conhecimento em conhecimento escolar a ser ensinado".
E ao termino da aula tivemos o privilégio de confraternizarmos com os demais anos do curso de pedagogia.
Estavam presentes na aula:Letícia Sobrinho ( Calopsita) e Maria Eduardo Castro (Bem-te-vi)
Nesses últimos dias, aconteceu no nosso campus o V Congresso Brasileiro de Educação - CBE, com a temática Pesquisa e Formação de Professores: Políticas e Programas.
"O Congresso Brasileiro de Educação, em sua 5a (quinta) edição, tem como objetivo debater, apresentar e divulgar o conhecimento produzido pelas pesquisas sobre políticas, programas e projetos de formação de professores, tanto na formação inicial, quanto continuada. O congresso será realizado nas dependências da UNESP, Câmpus de Bauru, entre os dias 27 a 30 de Julho de 2015, e tem como público alvo: professores e estudantes de pós-graduação e graduação, professores da Educação Básica e demais profissionais e pesquisadores na área da Educação."
Assim nossas aulas foram transferidas para o evento, já que o conhecimento não é adquirido somente nas salas de aulas. E algumas de nós da equipe, tivemos a experiência de participar da comissão organizadora, vivenciando toda a correria, mas momentos de diversão e com certeza enriquecedores para nossa formação. E também três "passarinhas" (Maritaca, Calopsita e Arara azul) apresentaram os suas primeiras pesquisas no âmbito da educação no congresso.
Mas bem no dia da nossa alua , houve o encerramento do congresso, que tivemos a oportunidade de festejar com bolo e guarana os cinco anos do CBE. Que venha muitos e muitos anos para o evento.
Foram quatro dias de inúmeras experiências e uma boa bagagem de conhecimento.
Na aula do dia 23, como vimos no post anterior algumas das integrantes das equipe tiveram a oportunidade de participar doSimpósio da Pós-Graduação Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem.
Mas como nem todas participaram, as demais integrantes da equipe participaram da aula, que trabalhou o texto "Preparação das aulas" de Edson do Carmo Inforsato e Robson Alves dos Santos (p. 86-99) e o "Didática geral" - Alda Marim Junqueira (p. 16-32).